Bancada pró-gay tem 154 deputados, evangélicos somam 64 e católicos apenas 21
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Enquanto o foco da discussão política atual está no segundo turno da campanha presidencial, cresce o apelo aos eleitores cristãos. Tanto Serra quanto Dilma modificaram algumas de suas posições e se pronunciam contra questões controversas como aborto e reconhecimento da união homossexual. O que muita gente ignora é que esse tipo de mudança de legislação precisa ser discutido e aprovado na Câmera e no Senado, não é atribuição do novo presidente, seja ele ou ela quem for. Duas matérias veiculadas no dia (8/10) mostram qual é a tendência para os próximos anos.






