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Romanos 10.14...
"... Como pois invocarão aquele em quem não creram? e como crerão naquele de quem não ouviram falar? e como ouvirão, se não há quem pregue?..."

20 de ago. de 2010

"PSICOLOGIA: CIÊNCIA OU RELIGIÃO?"

Por Martin & Dreide Bobgan
Tradução de Mary Schultze
Adaptado por Artur Eduardo
que William Law escreveu, há dois séculos, está mais do que evidente nos dias de hoje“O Homem precisa ser salvo tanto de sua própria sabedoria como de sua autojustiça, pois ambas produzem uma e a mesma corrupção”. É paradoxal que, num tempo em que os pesquisadores psicológicos estão demonstrando menos confiança no aconselhamento psicológico, mais e mais cristãos professos estejam em busca do mesmo. Os centros de aconselhamento “cristão” estão brotando em toda a nação (USA), oferecendo o que muitos acreditam ser uma perfeita combinação: Cristianismo + Psicologia. Além disso, os cristãos, que nem sequer estão no ministério de aconselhamento, buscam os psicólogos para que estes os aconselhem como devem viver e se relacionar com os outros e como enfrentar os desafios da vida.

O Tamanho do Cálice


Antônio Carlos Costa


Todo homem deseja a felicidade. Isto todos sabemos. O que nem todos percebem é que podemos experimentar níveis de felicidade diferentes. Não falo propriamente sobre as diferenças óbvias de felicidade desta vida. Sei que uma é a alegria de participar de um banquete, outra é a alegria de ter um encontro com o amor da sua vida. Uma é alegria de ver seu time de futebol ganhar, outra é a alegria de ver a saúde de um filho restaurada. Penso acima de tudo numa felicidade de outra espécie. Aquela que tem a ver com o propósito para o qual o homem foi criado.

O Senhor Jesus ressalta que o homem foi criado para amar a Deus com toda a sua força, de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento. Há uma alegria que tem relação com este mandamento. É de uma natureza diferente. É a alma alcançando sua plenitude. É o ser humano perante um bem eterno, perfeito e imutável. É a contemplação de uma beleza perfeita e que amou, ama e amará aquele que a adora.

COMO DISSOLVER PEDRAS NOS RINS COM TRATAMENTO NATURAL


Atenção: Não existem pesquisas científicas, pelo menos não encontrei, que comprovem a eficácia deste tratamento. Como é natural e se você julgar útil e necessário não custa tentar:


Se você, ou alguém que você conhece, sofre com problema de pedras nos rins, é conveniente evitar a cirurgia.
Se ficou em dúvida, faça o teste através de um tratamento 100% natural e sem contra-indicações, à base de SALSA.

19 de ago. de 2010

Quando os crentes davam certo

Robinson Cavalcanti


A primeira razão porque os crentes davam certo no Brasil, no passado, é que eles eram discriminados e perseguidos. Só entrava para as Igrejas evangélicas quem estava disposto a pagar o preço. O martírio integrava o protestantismo. Quem não agüentava o tranco, saía. Isso purificava a Igreja e lhe dava grande coesão interna. Todos eram "de mesmo", naquele contexto adverso não havia lugar para "crentes festivos".

Durante a vigência da Constituição Imperial (1824) o documento de identidade era a certidão de Batismo na Igreja Católica Romana. Quem não fosse batizado, nem existia, nem era cidadão. Os protestantes, como os demais não-católicos, não podiam ser funcionários públicos, não podiam se candidatar a cargos eletivos, seus casamentos eram nulos (todo mundo, tecnicamente, "amasiado" por amor a Cristo), porque o único documento de casamento válido era o emitido pela Igreja Romana, e quando a pessoa protestante morria tinha que ser "plantado" em algum terreno, porque todos os cemitérios eram administrados pelas Paróquias católicas romanas, e nele só podiam se enterrar quem tivesse recebido o rito de extrema-unção de um sacerdote daquela confissão.

Com a Constituição republicana de 1891 veio a separação Igreja-Estado, cessaram as discriminações legais, mas aumentaram as perseguições. As novas levas de padres e freiras missionários que foram importados pela Igreja de Romana na Primeira República (1889-1930) vinham com a missão de "combater os protestantes". Crianças e jovens eram perseguidos nas escolas, profissionais nos empregos, proibia-se o aluguel de imóveis comerciais e residenciais para os "nova-seita", também conhecidos como "bodes", Igrejas eram apedrejadas, pessoas fisicamente agredidas, amizades e vínculos familiares eram rompidos. A imprensa incitava contra essa fé "estrangeira". O hino de um Congresso Eucarístico cantava: "Quem não for bom católico, bom brasileiro não é". Bíblias eram queimadas. Paredes de templos protestantes eram levantadas de dia, para serem derrubadas de noite. "Protestante é pobre, burro e feio". Casar minha filha com um deles, nem pensar...

Na cidade de minha família materna, em Alagoas, um padre holandês, se referindo à artéria onde residiam as melhores famílias da cidade, compusera a quadrinha de gozação:

"Na Rua do Rosário, ninguém pode mais passar
São bodes e cabrinhas, todos eles a berrar..."

Com raras exceções localizadas, esse quadro não mudou muito até o início dos anos 1960, e a realização do Concílio Vaticano II.

Mais de um século de dureza! Naquele contexto, que requeria autenticidade, a permanência e o crescimento do protestantismo foram marcados por atos de heroísmo e muito martírio. Naquele contexto, os crentes davam certo...

Tirando o lixo de debaixo do tapete do inconsciente

Hermes C. Fernandes


Não creio que o homem tenha alcançado a consciência depois de comer do fruto proibido, conforme tem sido defendido em alguns círculos teológicos. O que ele adquiriu foi o inconsciente. Sua consciência, em vez expandir-se, como havia prometido o Diabo, foi fendida em duas partes. A partir dali, o homem tornou-se um ser fendido. Ao comer daquele fruto, o ego humano ficou exprimido entre o superego e o id.[1] Essas categorias desenvolvidas pela Psicanálise encontram seus paralelos com as categorias bíblicas de carne e espírito.

Quando a internet vira vício

A edição de segunda-feira, 5, do Link [do jornal Estadão] traz uma pergunta com o tema: A internet está atrapalhando a capacidade de concentração dos jovens ou está deixando essa geração digital mais inteligente que a anterior? Independentemente da resposta, o fato é que todos - crianças, jovens e adultos - passam cada vez mais tempo de seu dia na internet. Como saber quando essa intensa relação com a web deixa de ser saudável e passa a atrapalhar nossa vida, virando dependência? O psicólogo Cristiano Nabuco de Abreu, criador do Centro de Dependência em Internet do Hospital das Clínicas, fala sobre a diferença entre aqueles que usam de forma intensa a internet e aqueles que já viraram dependentes.

Há alguma quantidade de tempo que determina se uma pessoa é uma dependente da internet?

Não, não há. As pessoas me falam “eu passo oito horas por dia navegando, estou viciada?”. Isso não é um critério. As pessoas trabalham, pesquisam e estudam pela internet e por isso precisam passar essa carga de horário conectadas. O que determina se uma pessoa é dependente é quando ela acaba preferindo desenvolver atividades na vida virtual em vez de atividades na vida real.

17 de ago. de 2010


Deus Vivo x Deus Morto

Um influente muçulmano do norte da África converteu-se ao cristianismo. Isso ocasionou uma onda de indignação entre membros da religião que teve Maomé como mentor. Questionado sobre o motivo de sua conversão, o ex-muçulmano deu explicações a partir do seguinte fato:
Ele contou que depois de certo tempo andando pela floresta, deparou-se com uma encruzilhada. Parou e começou a pesquisar acerca de qual seria a melhor direção a seguir. “Seria à direita? À esquerda? Talvez seguir em frente, ou seria melhor voltar atrás?” Enquanto pensava, percebeu que havia dois homens à beira da estrada. Um deles estava morto. “É possível que o homem, ainda vivo, esteja aguardando socorro para carregar o morto”, pensou. Então, voltou-se para aquele que o indagava e perguntou-lhe:
- A qual dos dois deveria perguntar pelo melhor caminho a seguir?
- Ao vivo, é claro — devolveu-lhe o inquiridor.
Foi justamente o que fiz. Vivi por muitos anos perdido numa floresta, até que me encontrei com Jesus Cristo, o Deus vivo, enquanto os fundadores de religiões como Maomé, Buda, Confúcio, entre outros, estão mortos.
(Pr. Antônio Gilberto, CPAD, nov/2004)

Superação



Superação é o ato de 1. alcançar vitória sobre; derrotar; 2. livrar-se de; afastar, ultrapassar (problemas, obstáculos); 3. ser ou tornar-se superior(a) em quantidade, eficiência, talento, criatividade etc.; exceder, sobrepujar (Cf. Dicionário Silveira).

Ao passarmos por momentos difíceis que quase nos fazem acreditar que é o fim, na verdade são situações que nos preparam, muitas vezes, para os desafios da vida, os quais não suportaríamos sem uma experiência prévia preparatória.

Há derrotas que valem mais que dez vitóriasporque, naquele momento, é do que precisamos para extrair do fundo da alma as melhores e mais excelentes lições de vida. É louvável que as vitórias sejam almejadas, porém, elas nem sempre são tão enriquecedoras quanto aquilo que conquistamos durante o período de dificuldades. Às vezes é preciso chegar ao fundo do poço para se aprender mais da bondade e do amor de Deus por nós. Portanto, o que muitas vezes parece ser o fim, na verdade é apenas o início de uma jornada vitoriosa.