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Romanos 10.14...
"... Como pois invocarão aquele em quem não creram? e como crerão naquele de quem não ouviram falar? e como ouvirão, se não há quem pregue?..."

9 de ago. de 2010

Inveja: A monstruosidade do íntimo.


Alan Brizotti


Alguém disse que "o ódio é assinado, mas a inveja é anônima". Essa clandestinidade, esse caráter oculto, acaba por criar uma armadilha mortal, pois não conseguimos perceber que nossos atos e palavras, às vezes, são motivados pela mesma inveja que facilmente diagnosticamos na conduta do outro. Como disse William Hazlitt, "nós facilmente convertemos nossos vícios em virtudes, e as virtudes dos outros em vícios".

A inveja sempre foi um assunto estranho. Sempre gerou reações. É difícil falar ou ler sobre ela sem ser atingido pelo assunto. A inveja tem a capacidade de esconder-se, agir sem despertar aplausos. Zuenir Ventura escreveu: "O ódio espuma. A preguiça se derrama. A gula engorda. A avareza acumula. A luxúria se oferece. O orgulho brilha. Só a inveja se esconde". O professor Gabriel Perissé acertou em cheio quando escreveu o que pensa um invejoso: "que ninguém veja a minha inveja... nem eu".

O invejoso vive ruminando angústias, mastigando amarguras. Nunca confessa sua inveja, pois é humilhante demais reconhecer que inveja o outro. É uma verdadeira tortura. O cúmulo da inveja é quando o invejoso passa a invejar os que conseguiram livra-se da inveja! É um ciclo do mal. Uma praga que habita a intimidade. Uma espécie de diabolização que faz com que tudo que o outro possuir despertará a dor da alma. Uma frase antiga diz: "Não grite alto a tua vitória, pois a inveja tem o sono leve!"

ARMADILHA: RESPONDENDO “SIM” OU RESPONDENDO “NÃO” AOS ESCRIBAS E FARISEUS, DE QUALQUER JEITO JESUS SERIA INCRIMINADO POR ELES. COMO O FILHO DE DEUS ESCAPOU?

     No caso da mulher que foi flagrada em adultério e trazida à presença de Jesus para que ele a julgasse (Jo 8.3-11), as pedras que os escribas e fariseus traziam nas mãos não eram só para apedrejar a adúltera, e sim para que Cristo tropeçasse nelas. O profeta Isaías fez menção desse tipo de pedra de tropeço (Is 8.14,15). Elas eram usadas por caçadores para disfarçar os laços e capturar as aves incautas. E era isto que os escribas e fariseus pretendiam fazer com Jesus: prendê-lo em uma armadilha.

O sangue doado na cruz



O maior doador de sangue que já houve foi Jesus.
Para doar, as pessoas vão aos hemocentros,
aos hospitais particulares ou mesmo ao SUS.
Ele foi mesmo doar na cruz.

O procedimento para doação não passa de meia hora.
Para ele durou umas seis horas.

A quantidade de sangue retirada não passa de 10% do total
e em até quarenta e oito horas é recuperada.

O que foi extraído de Jesus é incalculável e bem superior,
Mas até que recuperou rápido: setenta e duas horas.

Nas doações, usa-se uma agulha descartável para recolher.
Em Jesus, três cravos e uma lança, fora o chicote preliminar.

200 chibatadas antes do "golpe de misericórdia"


ACUSADA PELO TALIBÃ, AFEGÃ GRÁVIDA É EXECUTADA

Uma viúva grávida, acusada de adultério, foi açoitada publicamente e depois executada pelos talibãs no Afeganistão. Bibi Sanubar, de 35 anos, foi mantida presa por três dias antes de ser assassinada em um julgamento público no domingo, comandado por um líder local do talibã no distrito de Qadis, na província rural de Badghis (oeste).
O talibã acusou Sanubar de ter mantido um "relacionamento ilícito", origem de sua gravidez. Segundo Ghulam Mohammad Sayeedchefe da polícia do distrito, a mulher foi açoitada 200 vezes em público antes de ser executada. Ainda de acordo com o chefe da polícia, Sanubar foi executada pelo próprio comandante do talibã local, Mohammad Yousuf. Seu corpo foi abandonado em uma área pertencente ao governo afegão.

Para que Sua Vida Não Desmorone

Referindo-se ao Seu Sermão do Monte, o Senhor Jesus disse: "Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as pratica será comparado a um homem prudente que edificou a sua casa sobre a rocha; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, que não caiu, porque fora edificada sobre a rocha. E todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as pratica será comparado a um homem insensato que edificou a sua casa sobre a areia; e caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela desabou, sendo grande a sua ruína" (Mt 7.24-27).
Para que tudo não desabe (como no relato acima) é importante construir a própria vida sobre o fundamento certo, sobre a rocha, que é Cristo.
Será que a Igreja Emergente afundará a sua?
Uma coisa pouco agradável aconteceu quando estávamos a caminho do século XXI. No final do século XX, certos líderes saíram afirmando que precisávamos de “uma maneira nova de fazer igreja”. A religião dos tempos antigos não era boa o suficiente. Então vieram os novos truques, substituindo o Evangelho sólido. Vimos o surgimento do movimento da igreja que é “sensível aos que buscam” e que não ofende a ninguém. A “esquerda religiosa” tornou-se mais proeminente, promovendo seu evangelho social. E depois veio a Igreja Emergente.
Se você perguntar a dez cristãos o que é a Igreja Emergente, provavelmente nove deles ficarão sem ter o que dizer. Não obstante, ela está devorando denominações e igrejas inteiras que antes eram sólidas.
Então, o que é realmente esse fenômeno? Primeiro, ele é místico. Baseia-se em práticas dos antigos “padres do deserto”,* tais como oração contemplativa e meditar caminhando por um labirinto. Inclui também a yoga – tudo para chegar mais perto de Deus. Algumas de suas práticas deixam a pessoa em um estado alterado de consciência. Os emergentes não estão realmente interessados em doutrina; em vez disso, eles querem coisas que se possa sentir, tocar, e cheirar, tais como incenso e ícones.

7 de ago. de 2010

A barata do Kafka e os nossos desertos.

Elídia Rosa Machado


A maioria das pessoas que possuem hábito de ler, e mesmo as que não têm, conhecem o conto “A metamorfose” de Franz Kafka. Nele um caixeiro viajante, Gregor Samsa, subitamente vê-se arrancado de sua pacata condição e rotina para transformar-se em uma nojenta barata (confesso que a repulsa pelo inseto a mim é quase fóbica) e com isso seu mundo repentinamente transforma-se num caos de sensações físicas e psicológicas desconfortáveis e desesperadoras. A escrita emblemática de Kafka leva-nos a um estranho desconforto quase palpável.

Diante dessa escrita, é possível fazer uma analogia como que o passei, há algum tempo atrás. De certa maneira, eu já me senti assim metamorfoseada do “dia para a noite” e sentindo o peso de meu mundo particular sob as espáduas... Poucos amigos, carreira e prestígio virando pó...tudo sob o casco frio e duro da rejeição. Nesses momentos, só conseguia olhar para a sensação horrível de transformar-se de repente em alguém que me causava repulsa. Comumente às pessoas que vêem-se mergulhados num tsunami de perdas, não vislumbramos nada fora do casulo de nossa dor. Ao abrir a Bíblia, em muitos desses momentos, eu via claramente o que Deus expressava através daquelas palavras impressas, tinha a sensação inúmeras vezes de que eram escritas para aquele momento exato. Mas eu ainda estava presa nos pedaços multiformes do sofrimento.

O tempo passou, e o deserto das águas amargas fez-me ver que era totalmente necessária a peregrinação. A jornada foi penosa, e lenta. Deus, em sua infinita, exclusiva e soberana sabedoria ensinou-me a lição mais preciosa, posto crer que nada na vida de quem o serve é por acaso. Nem os literatos mais eloqüentes explicariam o tesouro encoberto que a Palavra Dele revelou-me: a humildade, o valor ao que é pequeno, aos limites humanos, as sensações que passam batidas na correria intensa de que somos vítimas e causadores. O deserto projetou em mim profundas marcas, a sequidão representou meu renascimento. Onde muitos veriam derrota eu enxergaria a construção de vitórias infindas. A restituição é natural e não deve ser imposta, acontece em meio à dor, não na cura, muitas vezes. Relegar sofrimento a derrotismo, só para quem nunca colheu as mais preciosas flores em meio a vastidão de areias quentes e áridas. Nem todos precisam passar esses reveses, é inato passar por triunfos e adversidades sem mutações; no meu caso foi salutar e necessário.

Restos mortais de João Batista encontrados em mosteiro da Bulgária

Os restos mortais - pequenos fragmentos de um crânio, os ossos do maxilar e um braço, e um dente - foram descobertos incorporados em um altar, nas ruínas do antigo mosteiro, na ilha no Mar Negro.

A inscrição em grego no elmo de pedra contém uma referência a 24 de junho - data em que supostamente João Batista teria nascido.

"Descobrimos que as relíquias de João Batista são exatamente o que os arqueólogos esperavam", disse Bozhidar Dimitrov, ministro da Bulgária, sem documentações comprobatórias, além de um ex-diretor do Museu Histórico Nacional, que estava presente quando a urna de pedra foi aberta.

"Foi confirmado que se trata de partes do seu esqueleto."