Faça sua busca aqui.

Romanos 10.14...
"... Como pois invocarão aquele em quem não creram? e como crerão naquele de quem não ouviram falar? e como ouvirão, se não há quem pregue?..."

23 de jul. de 2010

Por que seminaristas costumam perder a fé durante os estudos teológicos? [1]





Não quero dizer que acontece com todos, mas acontece com muitos. Conheço vários casos, inclusive próximos a mim, de jovens cristãos fervorosos, dedicados, crentes, compromissados com Deus, que gostavam de orar e ler a Bíblia, que evangelizavam em tempo e fora de tempo, e depois de entrar no seminário ou faculdade de teologia esfriaram na fé, tornaram-se confusos, críticos, incertos e até cínicos.

E isso pode acontecer até mesmo em seminários cujos professores são conservadores, que acreditam na Bíblia de capa a capa.

Vejamos alguns fatores que colaboram para que os seminaristas percam a fé:

1) Precocidade e ausência de vocação

Acho que tudo começa quando as denominações mandam para os seminários e faculdades de teologia jovens que não têm absolutamente a menor condição de serem pastores, professores, obreiros e pregadores. Muitos são enviados sem qualquer preparo intelectual, espiritual e emocional. Alguns mal fizeram 17 anos e foram enviados simplesmente porque eram líderes destacados dos adolescentes de sua igreja, líderes do grupo de louvor ou filhos de pessoas influentes da igreja.

Quando a santidade do vizinho incomoda



Santidade sempre é um tema bom para se discutir, propício para ser lembrado e necessário para viver nos dias de hoje. Mas – por infelicidade – é um assunto pouco citado num modus vivendi tão consumista, terreno, ambicioso e simplório que muitos crentes têm adotado.

Eliza Samudio vai depor no caso Bruno



Essa é a mais nova artimanha da defesa. Como o corpo de Eliza não apareceu, o advogado de Bruno "presumiu" que Eliza está viva. Ta certo, os estudantes de direito vão alegar que o advogado tem que usar os argumentos necessários para defender seu cliente.

O depoimento do menor que iniciou todo processo é no mínimo duvidoso, e já foi constatado que o rapaz é desequilibrado mentalmente. Agora surge Bruno dizendo em vídeo que Macarrão enlouqueceu e que ele sequer sabia de qualquer coisa sobre Eliza e o bebê.

Já viu quanto caroço tem nesse angú? Quanta gente desgraçou a vida por conta de não possuir valores cristãos? Por falta de conhecimento de Deus? Agora tem 1432 pastores atrás do Bruno, 458 correntes de oração e tudo mais. Mas o que poderia ter sido feito nesse episódio? Será que a igreja deveria ter sido mais "agressiva" no discipulado e evangelização? Será que faltou apoio para um cara problemático como é o bruno? Agora não adianta chorar o leite derramado.

O importante é que possamos aprender uma lição valiosa com essa desgraceira toda, a lição de que se ensinarmos desde cedo o caminho em que o menino deve andar, podemos ter uma menor incidência de casos como o que estamos presenciando agora.

Zaqueu, o publicano, dá testemunho na Universal e acaba desencapetado na Sessão do Descarrego


Pr. Luiz Correia

Imagine, por um instante, que Zaqueu, sim aquele publicano que morava em Jericó, homem rico e de baixa estatura se convertesse na igreja do senhor Edir Macedo, ou coisa semelhante. E então os seus líderes sabedores de sua conversão e diante do fato de que ele era uma pessoa importante, a bíblia o chama de maioral dos publicanos, aproveitasse a situação a fim de fazer propaganda de sua organização com o fim de persuadir outros a se agregarem a ela. Suponha ainda que Zaqueu fosse convidado num programa ao vivo, e uma multidão tanto na igreja como pela TV estivesse assistindo. A reunião é chamada de Congresso dos Empresários, onde se alardeia que determinada pessoa depois que foi ao congresso e que participou das correntes dos 70 ou dos 318 obteve seu triunfo financeiro, chegou lá, comprou casas e carros, tem uma gorda conta bancária, e está cada vez mais expandindo os negócios, ganhando muito dinheiro. Então o pastor pega o microfone e convida irmão Zaqueu para testemunhar.

Você sabe o que é Tautologia?




Recebi essa preciosa informação do meu ilustre amigo João Guimarães,ilustre revisor das maiores editoras do nosso país e jornalista há mais de 40 anos. Convido você a mergulhar na riqueza da língua portuguesa e aprendemos com o preclaro Prof. Pasquale Neto


Tautologia: é o termo usado para definir um dos vícios, e erros, mais comuns de linguagem. Consiste na repetição de uma ideia, de maneira viciada, com palavras diferentes, mas com o mesmo sentido. O exemplo clássico é o famoso 'subir para cima' ou o 'descer para baixo'. Mas há outros, como pode ver na lista a seguir:

Ponto para o bom senso dos neozelandeses

NOVA ZELÂNDIA REJEITA PROJETO QUE PROÍBE PALMADAS EM CRIANÇAS

Quais os efeitos desta terrível falta de disciplina à qual estão nos querendo empurrar "goela abaixo" alguns psicologistas, educadores, políticos e sociólogos? A charge acima ilustra bem aquilo que já é realidade e nos serve de advertência à anuência e irresponsabilidade com que muitos pais têm orientado seus filhos. 

Resultados preliminares de um referendo que terminou nesta sexta-feira na Nova Zelândia apontam que a maioria dos neozelandeses quer que os pais do país possam voltar a dar legalmente palmadas em seus filhos, dois anos depois de uma lei ter proibido este tipo de medida disciplinar. Introduzida em 2007 para tentar diminuir a alta taxa de agressões a crianças, a chamada ''lei antipalmada'' dividiu opiniões no país, o que levou à realização do referendo.

21 de jul. de 2010

Os escândalos nas igrejas evangélicas e suas perplexidades



A igreja brasileira tem crescido muito nos últimos anos. Hoje, podemos notar a presença evangélica em diversos segmentos. Se ligarmos a televisão, encontraremos pastores pregando em diversos canais. Atualmente, existe uma enorme variedade de literatura, livros, revistas, jornais e outras publicações. Os evangélicos também são encontramos na vida pública, com cada vez mais políticos que se dizem evangélicos. Na Internet, encontramos vários sites com os mais diversos conteúdos.

Mudança de paradigmas




Jesus tem muitos admiradores, porém, poucos discípulos.
Tem muitos adoradores, mas poucos seguidores.
Muitos chamados, poucos escolhidos.
Seguir Jesus é muito mais do que aceitar um dogma, é dispor-se a quebrar paradigmas que vêm formatando nossa civilização por milênios.
Quero destacar aqui três destes paradigmas: