Ao longo de toda sua história a Escola Dominical sempre enfrentou grandes desafios e críticas para se estabelecer e seguir adiante. O próprio Robert Raikes, que idealizou a primeira escola dominical com o objetivo de promover ensino para as crianças carentes da sua cidade, foi confrontado por religiosos da sua época que não acreditavam na importância e na necessidade de tal instituição de ensino.
Os desafios ainda permanecem. Entretanto, atualmente as maiores críticas não dizem respeito ao binômio importância/necessidade da Escola Dominical, mas sim em referência à sua eficácia. Há quem a rotule como algo arcaico e ultrapassado; uma verdadeira relíquia de tempos imemoriais que não consegue atingir seus objetivos dentro do mundo contemporâneo.
Em geral, tais afirmações são feitas levando-se em consideração as características predominantes apresentadas por boa parte das EBDs espalhadas pelo Brasil, onde é possível constatar baixa freqüência de alunos; inexistência de planejamento; ausência de ações inovadoras e, sobretudo, falta de investimento em estrutura física e qualificação do corpo docente. Por esses motivos alguns chegam ao limite de afirmar que estamos vivenciando a crise da escola oficial do cristão, que é a EBD.



