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Romanos 10.14...
"... Como pois invocarão aquele em quem não creram? e como crerão naquele de quem não ouviram falar? e como ouvirão, se não há quem pregue?..."

13 de jan. de 2010

Número de mortos no terremoto do Haiti pode passar de 100 mil, diz premiê

O premiê do Haiti, Jean-Max Bellerive, disse nesta quarta-feira (13) à rede CNN que teme que o número de mortos pelo terremoto que atingiu o país na tarde de terça supere 100 mil pessoas. O número equivale a mais de 1% da população do país da América Central.

O Comando do Exército confirmou a morte de 11 militares brasileiros no Haiti, vítimas do tremor de magnitude 7. O Brasil comanda uma missão de paz da Organização das Nações Unidas no país. Outra morte confirmada é a da fundadora da Pastoral da Criança, a médica Zilda Arns.

O abalo devastou a capital, Porto Príncipe, e afetou a estrutura de telecomunicações no país. As informações sobre vítimas e danos ainda são desencontradas.

Bellerive disse que, apesar de a capital ter ficado devastada, a população está se comportando "com calma".

"As pessoas estão se ajudando umas às outras, tentando se organizar", disse. Ele insistiu em que o país precisa de ajuda internacional para ajudar as vítimas e resgatar os cadáveres.

Ele disse que é necessário recuperar o aeroporto da capital, que precisa voltar a funcionar para receber cargas de ajuda humanitária e pessoal especializado.

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, já embarcou rumo ao Haiti para monitorar a situação. Ele está acompanhado do comandante da Marinha, Almirante Júlio Soares de Moura Neto, o Comandante do Exército, General Enzo Martins Pery, o secretário executivo da Secretaria Especial de Direitos Humano, Rogério Sotilli, o senador Flávio Arns (PSDB-PR), sobrinho de Zilda Arns, além de representantes do Ministério da Saúde, do Ministério das Relações Exteriores e da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

O Itamaraty já anunciou que será enviada uma ajuda humanitária de mais de US$ 10 milhões. Além do dinheiro, o governo brasileiro também disponbilizará até sexta-feira (15) 28 toneladas de alimento. Segundo o ministério da Agricultura, serão enviados ao Haiti açúcar, leite em pó, sardinha e fiambre. Os alimentos irão para o Haiti em dois aviões da Força Aérea Brasileira (FAB). O primeiro, com 14 toneladas, deve partir ainda nesta quarta-feira (13).

O ministério das Relações Exteriores também decidiu reforçar a embaixada brasileira em Santo Domingo, na República Dominicana, país vizinho ao Haiti. Segundo o Itamaraty, há no país 1.310 brasileiros - destes, 1.266 são militares das forças de paz.

Terremoto destruiu hospitais e centros de saúde do Haiti, diz OMS

A Organização Mundial de Saúde (OMS) informou hoje (13) que vários hospitais e centros de saúde do Haiti estão destruídos por causa do terremoto que atingiu a capital Porto Príncipe ontem (12).

Em comunicado oficial, na internet, a organização afirmou que 12 especialistas em logística e saúde já foram encaminhados ao Haiti. A OMS está fazendo um levantamento dos estragos para definir ações humanitárias.

De acordo com a organização, as preocupações agora são atendimento aos sobreviventes, controle de infecções e outras doenças, além do tratamento da água.

LIÇÃO 03 – A GLÓRIA DO MINISTÉRIO CRISTÃO

Igreja Evangélica Assembléia de Deus – Recife / PE
Superintendência das Escolas Bíblicas Dominicais
Pastor Presidente: Ailton José Alves
Av. Cruz Cabugá, 29 – Santo Amaro – CEP. 50040 – 000 Fone: 3084 1524

INTRODUÇÃO Nesta lição estaremos estudando a glória do ministério cristão através do ministério de Paulo quando precisou defender a fé cristã e refutar os falsos mestres em Corinto. “ Porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo.” ( II Co 11:13) Na segunda carta de Paulo aos corintios, o apóstolo adverte a Igreja a respeito dos falsos mestres e revisa seu ministério na demostração da validade de sua mensagem e exortando a não se afastarem da verdade. Dois fatores importantes na atuação do ministério do apóstolo Paulo : humildade e sinceridade

I – O MINISTÉRIO APOSTÓLICO DE PAULO

Paulo responde brevemente ás acusações especificas de seus adversários a respeito de sua mudança de planos. Havia murmúrios de duas acusações difamadoras com o objetivo de arruinar sua credibilidade e seu relacionamento com os coríntios.( II Co 2:12) Pelo modo enfático com que se gaba a sua integridade, pelos adversários o acusavam de ser menos que sincero e correto em sua conduta. Fica aparente que acusaram Paulo de ser intencionalmente vago e até divergente em suas cartas. Em essência, afirmavam que existia muito mais em Paulo do que os olhos humanos seriam capazes de enxergar; seus verdadeiros motivos e intentos encobriam o que eles podiam ver, ouvir e ler.

· CONCEITOS:

1.1- A “sinceridade”( II Co 1:12) transmite a idéia de pureza de motivos “ Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus, antes falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus. ( II Cor 2:17). Além disso, a conduta de Paulo não dependia de “ sabedoria mundana” no termo aqui é “sarkikos,” que significa literalmente “ carnal”, mas da “graça de Deus”. Os trabalhadores cristãos precisam tirar ânimo e instrução do exemplo de Paulo. As epístolas, assim como os atos, mostram que Paulo era coerente, em consciência, nas suas maneiras de agir. “Como também já em parte reconhecestes em nós, que somos a vossa glória, como também vós sereis a nossa no dia do Senhor Jesus.” Parece que ele sentia, de modo especial, uma relação espiritual íntima com os corintios que se regozijem a seu respeito, assim como ele próprio se alegre acerca deles. Nesta epístola ( II Co 8:16; 9:15) conduz triunfo. Pode ter surgido na mente do apóstolo o costume antigo de conduzir em marcha triunfal os adversários vencidos. Assim, alegrar-se ele por ser crente “ conduzido em triunfo” por Cristo.

1.2 – “Cheiro” (II Co 1:15) é uma palavra originalmente relacionada com os sacrifícios, e aqui é introduzido ao lembrarse Paulo do incenso, que se usava na marcha triunfal. O apóstolo tem espalhado por toda a parte o conhecimento de Deus, assim como disseminava da palavra produz duplo efeito aos que aceitam a mensagem e são salvos (15), ela traz vida; aos que se recusam a ouvi-la, seu efeito é o cheiro de morte (16). Apercebendo-se Paulo de tão poderosa influencia que dele emana, reconheceu humildemente sua insuficiência e sua dependência de Deus “ Não que sejamos capazes, por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos; mas a nossa capacidade vem de Deus,” (II Co 3:5). O apóstolo de modo algum atenua o rigor da mensagem do evangelho para faze-la mais aceitável ao pensamento humano. Paulo centraliza suas ações em Cristo (ver.17). Esta forma de expressão é sua favorita “ Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim.” (Gl 2:20). A Igreja de Corinto era frágil e precisava de cuidados especiais, entretanto com humildade, Paulo procurava agir sabiamente com aqueles que distorciam a verdadeira mensagem de Cristo. Paulo teve alguns cuidados especiais no combate diante os falsos ensinadores.

· Principais virtudes evidenciadas no ministério de Paulo :

1.2.1- Autenticidade – “Autêntico” do grego significa “ authentikós”; genuíno, legitimo. Paulo conhecia a importância da autenticidade e sinceridade diante suas palavras e ações. Rejeitar a voz da consciência é o mesmo que arriscar o desastre espiritual “Conservando a fé, e a boa consciência, a qual alguns, rejeitando, fizeram naufrágio na fé.” (I Tm 1:19).

1.2.2 - Confiabilidade – Paulo tinha a responsabilidade de passar confiança para os cristãos que estavam sendo ameaçados por falsos ensinos . “ Conforme o evangelho da glória de Deus bem-aventurado, que me foi confiado.” (I Tm 1:11) O apóstolo Paulo estivera preocupado com sua integridade com relação às mudanças que introduzira em seus planos de viagem. Todavia, Paulo achava que se a confiabilidade de sua palavra concernente a seus planos que estava sendo questionada, também seria de questionar-se a confiabilidade da mensagem de seu evangelho. ( II Co 1:1)

1.2.3 - O Bom cheiro de Cristo – Este cheiro de Cristo reflete a impressão produzido pelo cristão, a impressão daqueles que aceitam a Cristo e é demostrada pela vida de consagração a Deus. “ Portanto, pelos seus frutos os conhecereis. Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.” (Mt 7:20-21)

1.2.4. - Consciência – Paulo tinha consciência da realidade apresentada na Igreja, e tinha o dever de conservar a doutrina e proteger os novos crentes dos ataques que surgiam naquela época. Porque a nossa glória é esta: o testemunho da nossa consciência . A sua consciência lhe servia de testemunha do fato que ele conduzira, tanto perante os homens do mundo e perante os crentes, na igreja, em santidade e piedosa sinceridade, e jamais diferentemente do que faziam os seus oponentes apelara para qualquer sabedoria ou astúcia mundanas. “ Portanto é necessário que lhe estejais sujeitos, não somente pelo castigo, mas também pela consciência.” (Rm 13:5)

II – ATITUDE CONFIANTE DE PAULO EM RELAÇÃO À IGREJA

2.1 - Confiança - Paulo passava sua confiança para aqueles crentes, exortando e advertindo alguns conselhos para aquela Igreja que estava sendo alvo de ataques heréticos.(II Co 2: 1-17; II Pe 2:1) Ele desejava afirmar a sua honestidade para com os crentes de Coríntio, pois certas discrepâncias haviam ocorrido entre o que dissera que faria, no tocante à visita que planejava fazer-lhes, o que realmente ocorreu por fim.( II Co 1: 12-22) Naquela época havia um grupo de pessoas que deturpavam a Palavra de Deus, buscando lucros para si mesmos e sem nenhum compromisso com o Evangelho de Jesus Cristo.( II Co 2:14-16)

2.2 - A defesa de Paulo - Era de pregar o Evangelho gratuitamente sem interesse posterior ( II Co 11:7-12). Paulo não está condenando aqueles que tem o seu sustento no ministério do Evangelho (Rm 15:27). Paulo tinha ansiedade por receber noticias de Tito para batalharem em prol do Evangelho de Cristo. A intenção de visitar a Igreja de Corinto “ afim de dar um segundo beneficio”, mostrando a necessidade de precaver ensinamentos heréticos (II Co 1:15-16). Quando Paulo chegou a Corinto, vindo de Éfeso, viu-se alvo de um ataque terrível (II Co 2:5; 7:12), engendrado por um indivíduo, sem que a congregação, como um todo, fizesse algo sumamente dolorosa, algo que o apóstolo não gostaria de repetir. Uma vez mais Paulo muda os seus planos; em vez de voltar para Corinto após a viagem programada para Macedônia, tomou o caminho direto para Éfeso (II Co 1:23; 2:1)

III – PAULO SE PREOCUPA COM OS FALSIFICADORES DA PALAVRA DE DEUS

3.1 - Os desafios - Os falsos mestres estavam desafiando o ministério e a autoridade de Paulo como apóstolo. Ele afirma sua autoridade a fim de preservar a doutrina cristã correta.( II Co 1:1-5) Sua sinceridade, seu amor a Cristo e sua preocupação com as pessoas era a sua defesa.(II Co 1:12-14; 7:7-9) A devoção pura e simples dos corintios a Cristo estava sendo ameaçada pelo falso ensino. Paulo não queria que os crentes perdessem o amor sincero que tinham por Cristo, em primeiro lugar em nossa vida pode ser muito difícil quando temos tantas distrações ameaçadoras tentando desviar a nossa fé. Da mesma maneira que Eva perdeu o sua visão espiritual ouvindo a serpente, nós também podemos perder nosso enfoque deixando nossa vida se tornar tumultuada e confusa. (II Cor 11:35)

3.2 - A Reação dos crentes - Os crentes de Corinto cediam a conversas e mensagens suaves que soavam bem e pareciam fazer sentido. Os falsos ensinadores distorciam a verdade a respeito de Jesus e pregavam um Cristo diferente, um espirito diferente do Espirito Santo e um modo diferente de salvação. Aqueles que ensinam qualquer coisa diferente da infalível Palavra de Deus estão desviados e enganados.( II Co 2:17; 10:4-7) Paulo teve o cuidado de orientar e preservar a integridade da Igreja, pois a Igreja não pode deixar de administrar a disciplina aos que cometem pecados, para não contaminar os demais.(II Co 2:17; II Co 3:6-7) Havia uma preocupação no tratamento com o pecador com a atitude de correção terapêutica e restauradora, visando o bem estar através do arrependimento e trazendo um novo recomeço da vida cristã.

IV- CARACTERÍSTICAS DO MESTRE AUTÊNTICO

No ministério de Paulo havia uma integridade e um caráter firme para o desenvolvimento do ministério.

Vejamos algumas características de autenticidade do verdadeiro mestre:

4.1- Buscam viver para glória de Deus - ( II Cor 4:15) 4.2- Trilham por um caminho estreito ( Mt 7:13-14) 4.3- São chamados e preparados por Deus - (I Cor 1:24) 4.4- Discursam a verdade e é corretivo - (Hb 12:6-8) 4.5-Transmitem o fruto do Espirito - (Fp 1:11; Gl 5:22-25)

CONCLUSÃO

Nesta lição destacamos os aspectos que revelam a glória do ministério cristão. O apostolo Paulo destacou a sinceridade e a simplicidade na pregação do Evangelho, porém alertou e conservou a doutrina da Igreja em meio rumores aos falsos ensinadores. O zelo , a dedicação e a autenticidade do ministério do testemunho da consciência se faziam necessário as ameaças. O bom cheiro de Cristo deve refletir na vida do cristão autentico. “ Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus, antes falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus. (II Co 2:17)

REFERÊNCIAS: · Bíblia de Estudo Pentecostal. Donald C. Stamps. C.P.A.D. · 2 Coríntios, O Triunfo de um Homem de Deus Diante das Dificuldades. Hernandes Dias Lopes. HAGNOS. · II Coríntios, Introdução e Comentário. Colin Kruse. VIDA NOVA. · I e II Coríntios, Os Problemas da Igreja e Suas Soluções. Stanley M. Horton. C.P.A.D.

AUTOCOMISERAÇÃO

Quando invadidas pelo sentimento de desprezo, de descarte, de descaso, sentindo-se vitimadas e excluídas pelo sistema (igreja, trabalho, família etc), em vez de ficarem com pena de si mesmas, sentindo-se coitadinhas, desvalorizadas ou diminuídas, em vez de procurarem em quem ou no que colocar a culpa, de buscarem o isolamento ou de desistirem de seus ideais, as pessoas deveriam levantar e a cabeça e provar o valor que possuem.

Como fazer isto? Produzindo, trabalhando, buscando conhecer e realizar aquilo que é a vontade de Deus para as suas vidas, fazendo com excelência o que lhes chega às mãos para fazer, por mais simples e insignificante que pareça ser.

O nosso fracasso ou insucesso, o não alcance de alguns objetivos pessoais, pode, também, ser resultado da busca e da tentativa de obter aquilo que Ele não reservou para nós.

Nada, nem ninguém pode nos privar do lugar e das conquistas que Deus para nós preparou, desde que nos mantenhamos nesta vontade e nos esforcemos, fazendo a nossa parte.

Sonda fotografa "árvores" em paisagem desértica de Marte

As "árvores" registradas pela sonda Mars Reconnaissance Orbiter são, na verdade, trilhas desalojadas de areia que formam um sombreado sobre o solo avermelhado À primeira vista, a paisagem do deserto montanhoso de Marte parece apresentar dezenas de ilhas compostas por "árvores" sobre o solo avermelhado do planeta. Essas "árvores" são, na verdade, trilhas desalojadas de areia que formam um sombreado sobre a superfície do deserto marciano que foram registradas em imagens captadas por uma sonda da Nasa, agência espacial americana. As informações são do jornal britânico Daily Mail.

Segundo os cientistas, essas trilhas, compostas por dunas de pó, riachos de gelo e afloramentos escurecidos, se estendem por 62 milhões de km no solo do planeta vermelho. Durante o inverno, uma camada de gelo com dióxido de carbono cobre as dunas, mas depois evapora, criando o material escuro que risca a superfície. A foto foi feita pela câmera HiRISE do telescópio espacial Mars Reconnaissance Orbiter, que circula pelo planeta desde 2006. A sonda foi lançada com a missão de buscar evidências de que a água permaneceu sobre a superfície marciana por um período de tempo suficiente para criar condições para a vida.

11 de jan. de 2010

Arqueólogos egípcios localizam túmulos de 2,5 mil anos

Uma equipe de arqueólogos egípcios descobriu dois túmulo construídos há 2.500 anos, os mais antigos encontrados até o momento no sítio arqueológico de Saqara, a 25 quilômetros ao sul do Cairo.

Os mausoléus estão enterrados e têm gravuras em vários de seus muros, segundo detalha uma nota do Conselho Supremo de Antiguidades (CSA), divulgada hoje. Uma das duas construções é a de maior dimensão encontrada na região e inclui inúmeros corredores, quartos e salas, explicou Zahi Hawas, secretário-geral do CSA.

Este túmulo é precedido por duas grandes fachadas, parte em deterioração e outra de tijolo, conforme o comunicado. Dois dos quartos que estão lotados de material de construção e de terra conduzem a uma sala em que no interior foram localizadas diversas ossadas e vasilhas de cerâmica.

Em outra sala pequena foi descoberto um poço com uma profundidade de sete metros. Na parte norte do túmulo também foram encontradas várias múmias de falcões que estão em um bom estado de conservação. Conforme Hawas, o túmulo foi utilizado em mais de uma ocasião e provavelmente depredado no século V depois de Cristo.

Na segunda sepultura, de menores dimensões, embora também composta por várias salas, foram encontradas inúmeras vasilhas de cerâmica. O especialista em arqueologia revelou sua satisfação com as descobertas, uma prova que a região de Saqara, onde fica a pirâmide escalonada de Zoser, ainda guarda muitos segredos.

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Arqueólogos encontraram uma casa construída há cerca de 8 mil anos em Israel

Arqueólogos divulgaram nesta segunda-feira imagens da casa mais antiga já encontrada na cidade de Tel Aviv, em Israel. A residência, que foi construída há 8 mil anos, foi descoberta em recentes escavações em um sítio arqueológico na cidade.

Segundo a agência EFE, a casa encontrava-se em uma região onde hoje fica um dos bairros mais sofisticados de Tel Aviv e onde, curiosamente, também foram encontrados restos de um hipopótamo que viveu na mesma época em que a construção foi realizada.

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9 de jan. de 2010

Benefícios da substituição do sal para a saúde cardiovascular

Data: 08/01/2010 Autor(a): Chico Damaso Fotógrafo: Camila G. Marques

A atual recomendação da Organização Mundial da Saúde é que o consumo diário de sal não exceda 6 g por dia, o que equivale a uma colher de chá. No entanto, o consumo está muito além disso. Nos países ocidentais chega a 10 g em média, enquanto que no Brasil, assim como nos países asiáticos e na Europa oriental atinge 12 g.

Para se ter uma ideia, um estudo recém-publicado pelo periódico British Medical Journal revela que uma redução de pelo menos 5 g no consumo diário de sal seria capaz de diminuir o risco de acidente vascular cerebral em 23%, e o de doenças cardiovasculares em 17%.

Isso significa que a redução do consumo de sal evitaria mais de um milhão de mortes ao ano por acidente vascular cerebral e outras três milhões por doenças cardiovasculares em todo o mundo, no mesmo período. A explicação para isso está no fato do consumo de sal estar diretamente ligado a hipertensão arterial, que por sua vez está presente em cerca de 50% dos casos de doença das coronárias e em 60% dos acidentes vasculares cerebrais.

Estudos também têm alertado para um novo aliado da pressão arterial: o potássio. Já é consenso entre especialistas que o consumo regular de potássio é capaz de reduzir a pressão arterial. O ideal, portanto, é que pouco a pouco o sódio seja substituído pelo potássio em benefício da redução do risco de doenças cardiovasculares.

Sódio e potássio

Para aumentar o consumo de potássio, abuse de alimentos como feijão, ervilha, vegetais verde-escuros, banana, melão, cenoura, beterraba, frutas secas, tomate, batata inglesa e laranja. Na outra ponta, podemos começar a reduzir o consumo de sódio com a simples medida de retirar o saleiro da mesa. Para temperar a comida, o sal e outros condimentos industrializados devem dar lugar a ervas como a sálvia, tomilho, louro, cebolinha, alecrim, e outros, que podem temperar a comida adequadamente. Devem ser evitadas as conservas, enlatados e salgadinhos, bem como carnes processadas, embutidos e fast food.

Bibliografia(s)

III Consenso Brasileiro de Hipertensão Arterial. Sociedade Brasileira de Nefrologia. Disponível em http://www.sbn.org.br/Diretrizes/cbha4.htm. Acessado em 10/12/2009.

Strazzullo P, D’Elia L, Kandala NB, Cappuccio FP. Salt intake, stroke, and cardiovascular disease: meta-analysis of prospective studies. British Medical Journal. 2009;339(241):b4567.

8 de jan. de 2010

ESBOÇO DA LIÇAO N° 2 DO 1 TRI-2010

Igreja Evangélica Assembléia de Deus – Recife / PE
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LIÇÃO 02 – O CONSOLO DE DEUS EM MEIO À AFLIÇÃO

INTRODUÇÃO

A segunda epístola aos Coríntios é a carta mais pessoal do apóstolo Paulo. Nela, o apóstolo conta suas lutas mais renhidas e suas aflições mais intensas. Nessa carta, Paulo revela seu sofrimento e suas dores mais profundas mais do que em qualquer outra epístola. A lista de seus sofrimentos aparece três vezes nessa carta (II Co 4.7-12; 6.4-10; 11.23-28). Mas, a palavra chave de II Coríntios não é sofrimento, e sim, consolo. Consolo é o grande tema de toda a carta. Ela está cheia, do começo ao fim, de sofrimento que se transforma em júbilo, fraqueza que se transforma em força, e derrota que se transforma em triunfo. A epístola começa e termina com consolo (II Co 1.3; 13) porque o apóstolo tinha a certeza de que “... como as aflições de Cristo são abundantes em nós, assim também é abundante a nossa consolação por meio de Cristo.” (II Co 1.5).

I – UMA SAUDAÇÃO ESPECIAL E INSPIRADORA

Como era comum em suas epístolas, o apóstolo Paulo inicia a Segunda Epístola aos Coríntios descrevendo a autoria, destinatários e uma breve saudação. Destacaremos alguns aspectos dessa introdução:

1.1 Paulo apresenta-se como representante de Cristo. “Paulo, apóstolo de Cristo Jesus...” (I Co 1.1a). A palavra “apóstolo” quer dizer “enviado”. A princípio, era considerado apóstolo somente aqueles que pertenciam ao grupo dos doze (Mt 10.2; Lc 6.13; At 1.2). Com a morte de Judas Iscariotes, Matias foi escolhido para substituí-lo (At 1.21-26). Mais tarde, o próprio Senhor Jesus apareceu a Saulo (At 9.1-19), e o comissionou para ser apóstolo dos gentios (At 14.14; Rm 11.13; I Tm 2.7; II Tm 1.11). Embora ele tenha sido chamado depois da morte e ressurreição do Senhor Jesus (I Co 15.8), ele tornou-se o maior evangelista e plantador de igrejas, além de grande teólogo.

1.2 Paulo demonstra convicção do seu chamado “... pela vontade de Deus...” (II Co 1.1b). Era comum, em suas epístolas, o apóstolo demonstrar a convicção do seu apostolado, principalmente pelo fato de algumas pessoas duvidarem de seu chamado. Por isso ele diz: “... pela vontade de Deus...” pois, ele não havia constituído a si mesmo como apóstolo, nem estava desempenhando o apostolado por indicação humana, e sim, pela vontade de Deus (Rm 1.1; I Co 1.1; Gl 1.1).

1.3 Paulo se dirige à igreja de Deus. “... à igreja de Deus...” (II Co 1.1c). O apóstolo deixa bem claro aos seus destinatários que a igreja tem um dono absoluto. Ela é de Deus. Com freqüência, ele considera a igreja como possessão de Deus (I Co 1.2; 10.32;11.16; 15.9; I Ts 2.14; II Ts 1.4). Isso nos faz lembrar de que a igreja não é uma mera associação de indivíduos que pensam de maneira semelhante, mas uma comunidade de pessoas que pertencem a Deus, e com quem desfrutam de comunhão (I Jo 1.3).

1.4 Paulo inclui todos os crentes espalhados pela província da Acaia. “todos os santos em toda a Acaia” (II Co 1.1d). Paulo menciona como destinatários, não só os cristãos em Corinto, como também os de toda a Acaia, que era uma província romana que incluía a antiga Grécia. Paulo os denomina de “santos”. A palavra grega utilizada pelo apóstolo é “hagios” e significa “santo” ou “aquele que se separa do mal e dedica-se ao serviço divino”. Devemos lembrar que este termo não traz a idéia romana de canonização; e sim, refere-se ao fato de que todos os crentes são chamados por Deus para serem separados do pecado e para sua possessão especial.

1.5 Paulo roga bênçãos excelentes para a igreja. “Graça a vós e paz da parte de Deus nosso Pai, e da do Senhor Jesus Cristo” (II Co 1.2). Os termos “Graça” e “paz” era comum nas saudações paulinas (Rm 1.7; I Co 1.3; Gl 1.3; Ef 1.2). Essas duas bênçãos sintetizam a essência da salvação. A graça é a causa da salvação; e a paz o resultado dela. A palavra grega “charis”, que significa “graça”, refere-se ao dom imerecido de Deus que foi demonstrada pelo envio de seu Filho ao mundo a fim de efetuar a salvação da humanidade (Rm 5.18; II Co 8.9; Tt 2.11). Já a palavra grega “eirene”, que significa “paz”, traz a idéia de “bem-estar” ou “quietude”. Na Bíblia, paz não significa apenas ausência de guerras e conflitos, e sim, a profunda quietude do coração firmada na convicção de que Deus está no comando de todas as coisas. As Escrituras afirmam ainda que a paz é um dos aspectos do fruto do Espírito que se manifesta no crente (Gl 5:22); que a paz resulta da justificação (Rm 5:1); e que Cristo é a nossa paz (Is. 9:6; Jo 14:27; Ef 2:14).

II – QUEM É DEUS?

Depois de sua saudação inicial, o apóstolo Paulo escreve uma ação de graças pelas consolações que Deus lhe concedeu, fazendo três declarações acerca de Deus. Vejamos:

“Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai das misericórdias e o Deus de toda a consolação” (II Co 1.3).

2.1 Deus é o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. O apóstolo Paulo afirma, em primeiro lugar, que Deus é pai do Senhor Jesus. O próprio Deus testificou esta filiação por ocasião do batismo de Jesus (Mt 3.17; Mc 1.11) e de sua transfiguração (Mt 17.5; Mc 9.7). Quando o apóstolo revela que Deus é o pai do Senhor Jesus, está, na verdade, revelando aos crentes em Corinto, a dimensão da obra de Cristo, pois, é por causa de Jesus Cristo que podemos chamar Deus de “Pai” (Mt 6.9), e nos aproximar dele como seus filhos (Jo 1.12). Deus vê em nós seu Filho e nos ama como ama seu Filho (Jo 17.23).

2.2 Deus é o Pai de misericórdias. A expressão “pai de misericórdias” não significa apenas “pai misericordioso”, e sim, a fonte inesgotável de todas as misericórdias; pois, misericórdia é um atributo moral de Deus, e todas as misericórdias têm sua origem em Deus, e só podem ser recebidas dele. O profeta Jeremias diz: “As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim” (Lm 3.22). A Bíblia fala da riqueza das misericórdias de Deus (Sl 5.7; 69.16); da multidão das suas misericórdias (Sl 51.1); e da grandeza da sua misericórdia (Nm 14.19).

2.3 Deus é o Deus de toda consolação. Não há consolação verdadeira, profunda e eterna, a não ser em Deus. Dele emana toda sorte de consolo para nossas vidas, pois, somente em Deus nossa alma encontra abrigo e refúgio. Deus não é uma fonte passiva de consolo, mas o agente ativo de toda consolação. É Deus quem nos conforta e nos anima em toda a nossa tribulação (II Co 7.4-6; Fp 2.1; II Ts 2.16).

III - AFLIÇÃO E CONSOLO

Depois de fazer as três declarações acerca de Deus, o apóstolo Paulo exorta os cristãos de Corinto acerca da consolação. Vejamos o que ele diz:

3.1 Deus nos consola em toda a nossa tribulação (II Co1.4a). O fato de sermos cristãos não nos isenta de tribulações. O próprio Jesus disse: “...no mundo tereis aflições...” (Jo 16.33); e, o próprio apóstolo Paulo sabia muito bem o que era padecer, pois enfrentou diversas aflições e tribulações, tais como: perseguições, açoites, prisões, apedrejamentos, naufrágio, fome, sede e muitos perigos de morte (II Co 11.23-29). Mas, ele tinha a convicção que, em meio às aflições, podia contar com o consolo divino. Por isso, ele diz: “Em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados. Perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos” (II Co 4.8,9).

3.2 Somos consolados para também consolarmos a outros. Acerca disso, Paulo diz: “...para que também possamos consolar os que estiverem em alguma tribulação...” (II Co 1.4b). Isto nos ensina que somos consolados para sermos consoladores; não somos confortados para vivermos confortáveis, mas para confortarmos a outros. Nossas angústias têm um propósito, e nossas feridas tornam-se fontes de consolo. Nossas lágrimas tornam-se óleo terapêutico; nossas experiências, instrumentos de encorajamento para outras pessoas. As dificuldades que Paulo enfrentou não foram uma forma de castigo por algo que ele havia feito, e sim, um treinamento para capacitá-lo a ajudar a outros.

3.3 Devemos consolar com a mesma consolação que somos consolados. O apóstolo diz que devemos consolar “... com a consolação com que nós mesmos somos consolados por Deus” (II Co 1.4c). A palavra “consolar” aqui é “paraklesis” e significa “colocar-se ao lado de uma pessoa , encorajando-a e ajudando-a em tempos de aflições”. Deus, muitas vezes, permite que haja aflições em nossas vidas, a fim de que, tendo experimentado seu consolo, possamos consolar a outros, com a mesma consolação que recebemos dEle. O apóstolo aprendeu, nas suas muitas aflições, que nenhum sofrimento, por severo que seja, impede que consolemos a outros. Ele mesmo diz que foi consolado pelos coríntios: “Por isso fomos consolados pela vossa consolação...” (II Co 7.13).

IV – O QUE O APÓSTOLO ENSINA SOBRE O SOFRIMENTO E CONSOLAÇÃO?

Diversas vezes nesta Epístola, Paulo ressalta que a vida cristã envolve sofrimento e consolação divina. A palavra “consolação” e seus derivados aparecem dez vezes nos versículos 3 a 7, e 29 vezes em toda a epístola. Vejamos alguns exemplos:

4.1 Deus permite o sofrimento na vida de seus filhos. “Porque, assim como os sofrimentos de Cristo se manifestam em grande medida a nosso favor, assim também a nossa consolação transborda por meio de Cristo” (II Co 1.5). Os “sofrimentos de Cristo” significa, os sofrimentos suportados por causa de Cristo. Existe determinados tipos de sofrimentos que enfrentamos exatamente porque pertencemos a Cristo. Por isso Paulo diz: “Regozijo-me agora no que padeço por vós, e na minha carne cumpro o resto das aflições de Cristo, pelo seu corpo, que é a igreja” (Cl 1.24). Paulo já havia suportado muitas provações e sofrimento por causa de Cristo e de sua obra. Ele já havia sido insultado (At 13.45); foi objeto de planos de assassinos (At 14.5); foi apedrejado (At 14.19,20), açoitado e lançado em prisão (At 16.22,23). Por isso, ele tinha convicção que em sempre Deus nos livra do sofrimento; mas nos socorre no sofrimento.

4.2 O nosso sofrimento produz consolo e salvação para outros. “Mas, se somos atribulados, é para o vosso conforto e salvação...” (II Co 1.6). Paulo nos ensina que as provações que sofremos por Cristo e pelo evangelho podem abrir portas de salvação para outras pessoas. Assim como suas cadeias e tribulações pavimentaram o caminho para a evangelização dos povos; e a prisão, tortura e morte de milhares de cristãos durante os anos da perseguição romana fez com que a mensagem do evangelho se espalhasse por todo o mundo

4.3 Não estamos isentos do sofrimento, mas temos a convicção do consolo divino. “A nossa esperança a respeito de vós está firme, sabendo que como sois participantes dos sofrimentos, assim o sereis da consolação” (II Co 1.7). Paulo nos ensina que o crente bebe tanto o cálice do sofrimento como a taça da consolação. Ele nem sempre é poupado das feridas; mas também recebe o óleo do consolo. Ser cristão não é ser poupado das provas, dos vales, dos desertos, das fornalhas, das covas dos leões, das prisões ou da morte. Mas ser crente é ser confortado em todas essas circunstâncias adversas. Por isso ele diz “Grande é a ousadia da minha fala para convosco, e grande a minha jactância a respeito de vós; estou cheio de consolação; transbordo de gozo em todas as nossas tribulações” (II Co 7.4).

CONCLUSÃO

Ao lermos a segunda epístola aos Coríntios, compreendemos que a vida cristã não nos isenta de aflições e tribulações. Ao contrário do que prega e ensina a teologia da prosperidade, o cristão enfrenta neste mundo muitas adversidades. Mas, em meio as aflições que enfrentamos no dia-a-dia, podemos obter o consolo de Deus, por meio de Cristo. É por esta razão que o apóstolo Paulo escreve aos tessalonicenses, dizendo: "E o próprio nosso Senhor Jesus Cristo e nosso Deus e Pai, que nos amou, e em graça nos deu uma eterna consolação e boa esperança, Console os vossos corações, e vos confirme em toda a boa palavra e obra” (II Ts 2.16,17).

REFERÊNCIAS:

· Bíblia de Estudo Pentecostal. Donald C. Stamps. C.P.A.D. · 2 Coríntios, O Triunfo de um Homem de Deus Diante das Dificuldades. Hernandes Dias Lopes. HAGNOS. · II Coríntios, Introdução e Comentário. Colin Kruse. VIDA NOVA. · I e II Coríntios, Os Problemas da Igreja e Suas Soluções. Stanley M. Horton. C.P.A.D.